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A FINITUDE DO SER

Atualizado: 12 de ago. de 2025

Um suspiro entre o abismo e a alvorada

Há uma hora silenciosa em que o tempo se curva. É quando a alma, fatigada de suas ilusões, se vê nua diante do espelho da finitude. Nada a distrai. Nada a consola.


É ali, nesse instante abissal, que se revela o paradoxo mais íntimo da existência: somos a única criatura que sabe que vai morrer — e, ainda assim, insiste em fingir que não.


Vivemos sob um céu que silenciosamente apaga nossos nomes. E, mesmo assim, ansiamos por deixar marcas. Somos sombras que desejam eco. Perecíveis, mas arrogantes. Fragmentos de pó que clamam eternidade.


Neste ensaio, "A Finitude do Ser", não trago respostas, mas uma escuta. Uma escuta à fragilidade que nos constitui.Ao medo que evitamos nomear.Ao grito contido no gesto comum.


Porque talvez — apenas talvez — o sentido não esteja em transcender a morte, mas em vivê-la aos poucos, em cada perda, em cada adeus, em cada instante que morre antes de sabermos que o foi.


Convido-te a ler este texto não como quem busca consolo, mas como quem se deita na noite para olhar o céu, e, em silêncio, aceita: o mistério nos habita.


📩 Leia o texto completo clicando aqui:




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