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Aracne


Aracne tua arte sempre foi bordar

Com maestria sem par

Teus pontos tinham tanta perfeição

Que foi pega pela fascinação

E ousou  comparar-se a Atena

A considerá-la como tu mortal  amena

Assim a deusa a amaldiçoou pelo despautério

Transformou-te em aracnídeo lauto

Que agora envolta por teus mistérios

Vives a fabricar com tua seda as teias

Armadilhas para insetos incautos

Dos quais sugas as entranhas feias.

 
 
 

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